domingo, 24 de abril de 2011

Calle 13 - Residente o Visitante

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The second album by Puerto Rican alternative-experimental duo Calle 13 is without a doubt one of the greatest sophomore musical projects I have ever had the pleasure of listening. In this following to their hit self-titled debut album Calle 13 Residente and Visitante give us some hip hop, less reggaetón and more variation, the type of variation that will later evolve greatly in future releases. In this album the group delivers such hits as “Tango del Pecado (ft. Bajofondo Tango Club and Panasuyo)” which ironically is an alternative reggaetón song with nothing to do with tango; “Un Beso de Desayuno” which could probably be considered as the first duo released by the duo; and “Pa’l Norte (ft. Orishas)” which is heavily influenced by a mix of hip hop and South American music.
Like in their first album, in this Residente o Vistante we also get sexual, patriotic, conscious, political and of course comedic lyrics. All of these which are to be seen in future projects by the Puerto Rican experimental duo.
In conclusion this album, like its predecessor, is yet another masterpiece which many people love and many people hate. Some people, like me, think it is pure genius while others think it is pure trash because of its explicit lyrics, which really what they do is be in your face no holds barred. The lyrics basically state “this is how it is and you gotta face things how they are”, which is something that I really admire a lot about Calle 13 because they tell you the truth in the way that we, the majority, talk not in a fancy way that leaves you asking “What the hell did he just say?” No he is right there in your face this is how it is now face it. Anyway, to finally end this piece I love this album in its entirety from the first song to the last, including each and every single interlude (by Pan con Ajo's Arroz con Habichuelas)


sábado, 23 de abril de 2011

Dizzy Gillespie no Brasil com Trio Mocotó

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Ouvir um disco que ficou 36 anos perdido é certamente uma viagem cultural. Mas quando esse disco reúne o lendário Dizzy Gillespie e o mítico combo de sambalanço brasileiro Trio Mocotó, aí então é mais que uma viagem, é um delírio. A gravadora Biscoito Fino acaba de lançar o álbum "Dizzy Gillespie no Brasil com Trio Mocotó", disco gravado em 1974 e que andou perdido durante quase quatro décadas, localizado no ano passado.
São seis faixas apenas, registradas no Estúdio Eldorado em agosto daquele ano, e que reunia o quarteto de Dizzy e mais o Trio Mocotó – João Parayba (percussão), Nereu Gargalo (pandeiro) e Fritz Escovão (cuíca). A cantora Mary Stallings canta "Evil Gal Blues", composição de Leonard Feather e Lionel Hampton (que foi grande sucesso de Dinah Washington).
Talvez a bossa nova seja a síntese mais perfeita da ambição de unir o jazz e o samba (tão perfeita que acabou se misturando ao mainstream do jazz), mas essa experiência de Dizzy Gillespie é um tanto mais excêntrica. As duas primeiras músicas, "Samba" e "The Truth", são do pianista e compositor Michael Josef "Mike" Longo, que trabalhou longamente com Dizzy (com quem dividiu o disco "The Earth Is But One Country").
O solo de trompete atravessa longamente a seção rítmica de samba, com uma levada meio de ambient music (à moda de Burt Bacharach) em "Samba". Já "The Truth" é mais experimental, com solos concêntricos de Dizzy costurando um percurso abstracionista no meio da percussão. O guitarrista da banda de Dizzy, Al Gafa, compôs e faz o principal solo de "Behind the Moonbeam", a mais deliciosa levada do álbum, total samba jazz.
Produzido pelo suíço Jacques Muyal, que conta a história de como reconstituiu a trajetória do álbum pelo mundo, até reeditá-lo no Brasil, o disco foi mixado em Los Angeles no ano passado, e provavelmente vai causar grande efeito quando chegar aos ouvidos da comunidade jazzística norte-americana. É uma avis rara mesmo no meio da tradição de visionário de Dizzy.
John Birks "Dizzy" Gillespie tinha 57 anos em 1974 e já era uma lenda do jazz, responsável pela modernização do gênero e pelo alargamento de suas fronteiras, buscando conexões com os ritmos afro-cubanos, por exemplo. Ganhou o apelido, Dizzy, por causa das caretas que fazia ao tocar, suas grandes bochechas. Foi um dos maiores nomes da música popular no século 20. Criou o bebop, ao lado de Charlie Parker e Thelonious Monk. Compôs standards do jazz, como "A Night in Tunisia". Morreu aos 75 anos, de câncer ( by Último Segundo).




viernes, 22 de abril de 2011

Comadre Fulozinha - Tocar na Banda [2003]

Três mudanças importantes ocorreram entre o primeiro e o segundo disco das “comadres”. Para começar, o nome: Florzinha transformou-se em Fulozinha. A seguir, a formação: de sexteto, reduziu-se à dupla de cantoras percussionistas Karina Buhr e Isaar de França. Por fim, o repertório. Em Comadre Florzinha (1999), predominavam músicas de domínio público, enquanto neste Tocar Na Banda, investe-se principalmente em material original. Contudo, o som em si não se alterou. Permanece fincado nos ritmos populares do Nordeste representados com maestria.
Das quatorze faixas, entre vocais e instrumentais, Karina Buhr assina seis e Isaar de França, duas. Há ainda "Obá", de Erasto Vasconcelos (Eddie); "É Ou Não É", da dupla Venâncio e Corumba e a excepcional versão de um clássico do paulistano Adoniran Barbosa, que termina por dar título ao disco. Essa faixa é interpretada pelas comadres com deliciosa ironia: "Tocar na banda / Pra ganhar o quê? / Duas mariolas e um cigarro Iolanda".

“A banda surgiu em 1997 com o nome de "Comadre Florzinha". Botei o nome na banda já pensando em escrever do jeito que a gente falava "Comadre Fulozinha"... O primeiro disco veio em 1999, depois mudou a formação, aconteceu um monte de coisa e aí voltou a idéia do "Fulozinha" e aqui estamos.
Lançamos em novembro de 2003 nosso segundo CD o "Tocar na Banda", pela Ybrazil Music, selo de São Paulo.
Fizemos lançamento em Recife (no Espaço Cultural Usina) e no Rio (Ballroom).
Pelo meio do mundo fizemos uma turnê em 2000 por várias cidades da França, Bélgica, Suiça, Canadá e EUA.
Gravamos participações em CDs como "Por Pouco" da Mundo Livre S/A (faixa Minha Galera, de Manu Chao); "Contraditório", de Dj Dolores; "Original Olinda Style", da Eddie; "Pernambuco Falando Para o Mundo", de Antônio Nóbrega; as coletâneas "Baião de Viramundo", "Pernambuco em Concerto" III e IV, "Reiginaldo Rossi" e "Music From Pernambuco".
De vez em quando estamos com o Teatro Oficina, de Zé Celso Martinêz. Com eles fizemos Bacantes, em 2001 e "Os Sertões - A Terra", em 2002/2003. Em "Os Sertões..." participamos também da trilha sonora, vencedora do Prêmio Shell de Teatro SP 2002.
Participamos das trilhas também de "A Máquina", de João Falcão; "Deus é Brasileiro", de Cacá Diegues e "Narradores de Javé", de Eliane Caffé.
Em 2003 gravamos o programa Ensaio, da TV Cultura. O que foi muito importante pra gente divulgar o trabalho por aí. Obrigada Fernando Faro!
Po enquanto é isso... valeu.”

Karina Buhr.

Tocar na Banda
1. Obá
2. Sibito Baleado
3. Tocar na Banda
4. Se o Mal
5. Iá
6. Zumba
7. Gaitinha
8. É ou Não É
9. Um Merengue Pra Jesus
10. Clarineto
11. Eu Também Sei Atirar
12. Amaralina
13. Chumbo de Vidro
14. A Cidade Tá Subindo

Macaco - Puerto Presente [2009]

http://loschavalesdelosportales.files.wordpress.com/2009/03/macaco_puerto_presente_front.jpg

Macaco é uma banda espanhola muito original no panorama musical contemporâneo. Chamam o seu estilo rocksteady: uma mistura de ritmos latinos, espanhóis e músicas étnicas. De facto, neste grupo musical reúnem-se membros de diferentes países latino-americanos e até africanos, misturando tradições e melodias de maneira inovadora, a partir duma base em Barcelona.

Puerto Presente



Mensajes Del Agua by Macaco on Grooveshark

lunes, 4 de abril de 2011

Yael Naim & David Donatien - She was a boy


Their differing roots and their multiple passion for music unites them: YAEL NAIM releases a second, four-handed album together with DAVID DONATIEN, as a new collection of graceful songs.

After the worldwide success of the feel-good album, released in 2007, YAEL NAIM unveils her second album today « She Was a Boy ». Closeted in a Parisian apartment for two years, YAEL NAIM and DAVID DONATIEN perfected Yael's songs in Hebrew and English, which culminated in a commercial and artistic success (Victoire de la Musique 2008, for the Album of the Year World Music category). Following the use of the song « New Soul » in a promotional advert for Apple, it entered the Top Ten on the US sales chart.



She was a boy
Tracklist:
01. Come home 03:50
02. My dreams 04:55
03. She was a boy 03:32
04. Go to the river 04:15
05. Never change 03:51
06. I try hard 03:43
07. Today 04:44
08. Mystical love 04:17
09. Man of another woman 04:15
10. Puppet 03:55
11. Stupid goal 03:29
12. If I lost the best thing 03:30
13. Game is over 03:23

sábado, 2 de abril de 2011

Pato Fu - Ruído Rosa

(...) Fato notável é que o Pato Fu passa agora por um período de reciclagem. A banda liderada pelo guitarrista e compositor John está menos Pizzicato Five e mais alguma coisa entre vanguarda nova-iorquina e som alternativo britânico, passando por psicodelismos neo-Mutantes. Scratches, loops e grooves formam a fechadura pela qual podemos espiar o modus operandi do quarteto nas 13 faixas de Ruído Rosa. O barulhinho bom fica por conta do produtor Clive Goddard, que já enxertou efeitos em Pulp e Moby. (...) O disco é pontilhado por bons arranjos e pelo sopranismo preciso da vocalista Fernanda Takai. (...) A junção de gostosura e inteligência é tão rara no chamado pop nacional que Ruído Rosa deve ser celebrado como inaguração de uma fase risonha da história da república. Estejamos todos "Fus" neste momento crucial. Quem só tem carne no coração (como diz Fernanda a certa altura do CD precisa ouvir e se deliciar com esses mineirinhos geniais). Luiz Antonio Giron (Showbizz, ed.190, maio de 2001; seção Discofagia)

Ruído Rosa



martes, 29 de marzo de 2011

João Donato - Sambolero


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Tom Jobim (1927 - 1994) já dizia que "João Donato é o que há". Com sua bossa de sotaque jazzístico e meio caribenho, Donato passeia com leveza por sambas e boleros. Essa leveza é mantida pelo João Donato Trio no recém-lançado CD Sambolero. O trio em questão é formado por Donato (ao piano), Robertinho Silva (bateria) e Luiz Alves (baixo) - músicos com os quais o anfitrião e líder do trio já toca há anos. O que explica a total interação entre os músicos que valoriza muito Sambolero, álbum intitulado com o nome da bissexta parceria de Donato com a cantora Carmen Costa (1920 - 2007). Com a adição da percussão de Sidinho, o trio dá tratamento apurado ao repertório, espécie de best of do cancioneiro de Donato. Desfilam - em enxutas versões instrumentais - temas como Amazonas (Donato e Lysias Ênio), Quem Diz que Sabe (Donato e Paulo Sérgio Valle), Bananeira (Donato e Gilberto Gil), Brisa do Mar (Donato e Abel Silva), A Rã (Donato e Caetano Veloso) e Nasci para Bailar (Donato e Paulo André Barata). Todos reiteram a sensação de que não há notas jogadas fora. O que reforça a impressão de que as cordas arregimentadas para a faixa Surpresa - parceria de Donato com Caetano Veloso - são elementos até dispensáveis. Porque o trio, acrescido da percussão de Sidinho, parece se bastar no disco. (by Notas Musicais blog)

jueves, 24 de marzo de 2011

The Beatles - Revolver


Da seção Discoteca Básica, Showbizz edição 191, junho de 2001


(...) A canção [Tomorrow Neve Knows] marcava o princípio de uma era de experimentação na música popular que iria explodir na renascença psicodélica no ano seguinte, transformando o horizonte da cultura pop em um caleidoscópio de referências. Com Revolver, os Beatles entravam em uma escalada que desembocaria em obras primas como Sgt. Peppers's, Álbum Branco e Abbey Road. De 1966 em diante, passariam a explorar novas fronteiras da arte, sem perder o senso de perfeição que haviam mirado no álbum anterior [Rubber Soul, 1965]. De repente, descobriam as vamtagens da manipulação sonora. "Quando experimentamos o som de trás para frente, eles passaram a inverter tudo", diz George Martin no livro Paz, Amor e Sgt. Pepper. (...) O álbum encontra a banda no exato momento da guinada, um sofisticado registro da melhor música pop de 1966. Poucos meses depois, o grupo encerrou definitivamente a primeira fase de sua carreira ao anunciar que não iria mais tocar ao vivo. "A transformação toda foi gradual", conta John no livrão Anthology. "Mas estavámos conscientes de que, se havia uma fórmula ou algo do tipo, esta era mover-se para a frente." Alexandre Matias

Arquivo torrent




miércoles, 23 de marzo de 2011

Gilberto Gil-Expresso 2222 [1972]


Expresso 2222
Da seção Discoteca Básica
Showbizz, edição 125, dezembro de 1995

Quando começou a circular o Expresso 2222, em 1972, a luz no fim do túnel era a locomotiva da ditadura vindo em sentido contrário. Como Caetano, Gilberto Gil voltava de um exílio de dois anos em Londres, após uma prisão arbritrária e recomeçava a carreira a todo vapor unindo as duas pontas básicas do ideário tropicalista. De um lado o regionalismo fundador da tosca & revolucionária Banda de Pífanos de Caruaru ("Pipoca Moderna"). De outro, uma canção do exílio universalista, "Back in Bahia", que ao invés de palmeiras e sabiás, planta Celly Campelo e um velho baú de prata. (...) De tão sólida, a teia do Expresso 2222 sobreviveu ao vírus do tempo. Tárik de Souza

"Trata-se de um álbum importante não apenas na carreira de Gilberto Gil, mas na própria história da Música Popular Brasileira. Expresso 2222 consegue fundir a brasilidade, o rock e o pop num único álbum." Roberto Frejat


martes, 22 de marzo de 2011

Erasmo Carlos - Carlos, Erasmo...

Da seção "Discoteca Básica", Showbizz, edição 181, agosto/2000

(...) O início dos anos 70 ajudou a intensificar a diferença entre ambos (Roberto Carlos, Erasmo Carlos). A Jovem Guarda já era passado e, enquanto Roberto partia para um público "adulto", ganhando ares de artista sério e respeitado até pelo Pasquim, Erasmo se viu sem gravadora, sem programa na TV e sem hits nas rádios. Aproveitou para cair na vida -conheceu as drogas, o álcool, a mulherada - "só em quantidade", como admitiu depois. Foi quando surgiu o convite para integrar o elenco da Phonogram (mais tarde Polygram e atual Universal Music) com liberdade absoluta para compor e gravar o que bem entendesse. Erasmo cercou-se dos melhores músicos e técnicos da época e registrou Carlos, Erasmo..., um disco que, a partir do título servia como uma declaração de sua identidade, de suas ambições e possibilidades como artista. (...) Além de Carlos, Erasmo..., o Tremendão gravou vários discos básicos em sua carreira, como Erasmo Carlo & Os Tremendões (1969), Sonhos e Memórias (1972) e Banda dos Contentes (1976). Mas Carlos, Erasmo..., permanece como seu trabalho mais dinâmico, espiritualizado e intrincado; o melhor passaporte para se entender a genialidade de Erasmo como um dos maiores e mais subestimados nomes do pop brasileiro em todos os tempos. Ricardo Alexandre

Carlos, Erasmo...





domingo, 20 de marzo de 2011

The Very Best of Éthiopiques

Éthiopiques

is a series of compact discs featuring Ethiopian and Eritrean singers and musicians. Many of the Ethiopiques CDs compile various singles and albums that Amha Records, Kaifa Records, and Philips-Ethiopia released during the 1960s and 1970s in Ethiopia. Prominent singers and musicians from this era appearing on Ethiopiques releases include Alemayehu Eshete, Asnaketch Worku, Mahmoud Ahmed, Mulatu Astatke, and Tilahun Gessesse. However, some Ethiopiques releases are new recordings.

The Paris-based world music record label Buda Musique began the Ethiopiques series in 1997 and initially compiled Ethiopian popular music releases from the 1960s and 1970s. Some of the subsequent CDs focus on traditional music, while others highlight individual musicians or specific styles. As of 2010, there have been 27 releases. None of the CDs feature modern-day synthesizer-based Ethiopian pop music. Francis Falceto is the producer of the series.


...


The Very Best of Éthiopiques


Track Listing

CD1:
1. Heywete – Tesfa Maryam Kidane
2. Yekermo Sew – Mulatu Astatqe
3. Yekatit – Mulatu Astatqe
4. Enken Yelelebesh – Girma Beyene
5. Ewnet Yet Lagegnesh – Bahta Gebre-Heywet
6. Gubelye – Mulatu Astatqe
7/8. Ere Mela Mela/Metche New – Mahmoud Ahmed
9 .Tchero Adari Negn – Alemayehu Eshete
10.Telantena Zare – Alemayehu Eshete
11.Muziqawi Silt – Wallias Band
12.Gedawo – Ayalew Mesfin & Black Lion Band
13.Tchuheten Betsemu – Tlahoun Gessesse
14.Tezeta – Menelik Wesnatchew


CD2:
1. Mother's Love - Tsegue-Maryam Guebrou
2. Sema - Tlahoun Gessesse
3. Milenu - Tewelde Redda
4. Embi Ila - Beyene Habte
5. Tezeta - Mulatu Astatqe
6. Set Alamenem - Girma Beyene
7. Yemendjar Shega - Muluqen Mellesse & Dahlak Band
8. Antchi Hoye - Getatchew Mekurya
9. Kulun Mankwalesh (1970) - Tlahoun Gessesse
10. Shellela - Getatchew Mekurya
11. Mela Mela - Seyfu Yohannes
12. Atawurulegn Lela - Mahmoud Ahmed
13. Fetsum Denq Ledj Nesh - Mahmoud Ahmed
14. Abatatchen Hoy (Pater Noster) - Alemu Aga


These 2CDs contain some of the very best tracks from the highly acclaimed 'ethiopiques' series featuring, among others, the award-winning Mahmoud Ahmed, national icon Tlahoun Gessesse, the `James Brown' of Alemayehu Eshete and `Broken Flowers' movie music of Mulatu Astatqe.

"This is a unique record release series, much of it from the glorious explosion of soulful, sorrowful and joyful music cut between the repression of absolute monarchy and the cultural insanity of the Derg regime. The spoilt complaints of Western pop musicians pale into insignificance compared to the defiant human spirit contained in these recordings.

Do yourself a favour and discover the Ethiopian R&B counterparts to James Brown, Elvis Presley and Jackie Wilson but also jazz composers, choral groups, folk minstrels and bluesmen with power and wildness of Bukka White or Son House, or contemplative piano music that might suggest Bill Evans or Maurice Ravel for a moment, but is really from a strange and wonderful place of its own." - Elvis Costello



 

Juliana R. - Juliana R.

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Frio na barriga.
Assim fiquei ao inclinar todos os meus sentidos ao som da paulistana, Juliana R. Depois do esplendido EP lançado em 2009 com uma prévia do trabalho ainda em fase de estudos e experimentações, eis que nos deparamos com este belíssimo disco homônimo. Juliana R. é suave, leve, transcendentemente simples… Uma seda musical. Não há crítica capaz de destoar suas intenções, elas estão além das belas letras, estão no sentido auditivo. Uma conquista imediata atravez da música.
Eu poderia passar linhas falando sobre referências, sua pesquisa musical e estudos vocais, mas não! Prefiro que você esqueça qualquer crítica e encoste-se ao som de Juliana. Não é preciso dizer nada, basta ouvir. Sem mais! (Musicoteca)



jueves, 17 de marzo de 2011

Mayra Andrade - Navega



Navega

Das coisas que esses ouvidos andaram a aplaudir nos últimos tempos, as que me impressionaram muito foram a voz e a beleza dessa mocinha de Cabo Verde, ou no bom kriolo, Kabu Verdi. Porque é nessa língua que canta a bela moça. Com influências diversas, entre elas as músicas brasileira e, óbvio, cabo-verdiana, Mayra Andrade gravou seu primeiro álbum, Navega, em 2006, e ele vem cheio de coisa gostosa de se ouvir. Já andam a dizer por aí que ela é a nova Cesária Évora... sei não. Cesária tem uma voz muito bonita, o que Mayra também tem, como já havia dito. O que essa moça tem que Évora não tem é a simpatia e o calor gostoso de quem canta com o prazer de agradar aos ouvidos dos que a ouvem. Sem mais delongas, prentenção que o material aí é mesmo do bom! (by Cozinha da Vovó Conga)

01- Dimokránsa
02- Lapidu Na Bo
03- Mana
04- Tunuka
05- Comme S'il En Pleuvait
06- Nha Sibitchi
07- Lua
08- Navega
09- Poc Li Denté É Tcheu
10- Dispidida
11- Nha Nobréza
12- Regasu


domingo, 6 de febrero de 2011

Sara Tavares - Balancê


Balancê

"Como vi dançar no Zimbábue, quero também contigo gingar, uê". É assim que Sara Tavares abre seu disco Balancê.
Bem quanto ao disco e a criadora da obra, fico até sem graça de falar, pois já babei tanto sobre essa moça. Sei somente que vai ter mais gente babando por aí... sobretudo por ouvir (e surpreeder-se!) com o sotaque português. Pois é, fios, a moça em questão é portuguesa descendente de caboverdeanos. Não bastasse a influência de casa, ela tem também a influência de toda uma África que se lhe apresenta, creio eu, como fruto do caldeirão que hoje é Lisboa, refúgio de africanos das antigas colônias portuguesas no continente negro. E lógico, por ter nascido e por viver em terras lusitanas é que existe também uma significativa influência da música de Portugal em seu trabalho.
Nesse disco em especial, sinto até mais influência da música portuguesa do que acontece no seu mais recente trabalho, Xinti, que será postado por aqui também. Contudo, mesmo em canções de melodias mais européias, essa belezura de pessoa insere elementos do linguajar de Cabo Verde, Angola, etc, como na faixa Lisboa Kuya (kuya = algo gostoso, que faz bem) e na faixa Ess Amor, cantada em crioulo caboverdeano. A bem da verdade, esse termos já fazem parte de uma Lisboa bem miscigenada que se encontra hoje em dia.
Não bastando isso, em One Love, essa mente serenamente brilhante mistura inglês, francês, português e crioulo, se não tiver mais línguas aí. Há um tempo atrás eu não entenderia isso e, para ser franca, tem coisa que não é nada além de pose. Mas no caso de Sara, é um recado que ela simplifica na própria letra da música: "Um só povo, um só coração... one love! Branco, com preto, vermelho, com amarelo, cá tem diferença não"! (by Cozinha da Vovó Conga)


Tracklist:
01- Balancê
02- Bom Feeling
03- Lisboa Kuya
04- Ess Amor
05- One Love
06- Poka Terra (Feat. Melo D)
07- Amor É
08- Dam Bô
09- Guisa
10- Planeta Sukri (Feat. Boy Gê Mendes)
11- Novidadi
12- Muna Xeia
13- De Nua (Feat. Ana Moura)


sábado, 5 de febrero de 2011

Hindi Zahra - Handmade

Handmade

Hindi-Zahra tem 31 anos e reside em Paris desde a déc de 90. Nascida Bérber, uma pequena população da África, posteriormente se mudou para o Marrocos. Teve seu primeiro álbum lançado nesse ano, o Handmade, que dá uma dica do que se trata a obra prima só pelo nome. Música simples e poética!
Hindi teve em sua família grandes músicos da sua região na década de 70, fez backing vocals em bandas de hip hop e soul. Trabalhou no museu do Louvre aos 18 anos, experiência essa que pode ser considerada uma grande influência em sua música e vida.
Ela define o disco como uma mistura de jazz, folk, soul com a herança de suas raízes Marroquinas.

martes, 1 de febrero de 2011

Cat Power - The Greatest

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The Greatest is the seventh studio album by indie rock artist Chan Marshall, a.k.a Cat Power. It debuted at #34 on the Billboard 200, her highest charting album at the time. The Memphis Rhythm Band includes Teenie Hodges, Steve Potts, Dave Smith, Rick Steff, Doug Easley, Jim Spake, Scott Thompson and Susan Marshall. String arrangements were contributed by Harlan T. Bobo and Jonathan Kirkscey.
The Greatest won the 2006 Shortlist Music Prize, making Marshall the first woman to win the honor. It was also named the number 6 best album of 2006 by Rolling Stone Magazine.[1]
The title track was featured in the Bones episode The Titan on the Tracks.[2] It was also used in the UK for Garnier hair products advertisements. The song was featured in the film and in the trailers for Wong Kar-Wai's debut English production, My Blueberry Nights. In 2009 the song was featured in the movies Mammoth by Lukas Moodysson and Ricky by Francois Ozon. An instrumental version is used in Chuck. The title track was also featured in the movie 17 Again.
All tracks on the album were written by Marshall, making it her first album not to include any cover songs. (by Wikipedia)

domingo, 30 de enero de 2011

Leopoldina - Leopoldina

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 Leopoldina é compositora e intérprete mineira, da cidade de Campos Gerais, que tem sua trajetória musical marcada pela presença de diversas e importantes parcerias que possibilitaram a construção de um caminho de paixão pela música, profissionalismo e de trabalhos que têm como característica o requinte de arranjos e a diferenciada interpretação. Singularidade é a marca de Leopoldina: uma voz única que chega com distinção aos seus ouvintes, por seu timbre, por sua potencial voz e, principalmente, por sua capacidade de reinventar as músicas cantadas. Desde o projeto Reciclo Geral "Mostra de Composições Inéditas em Belo Horizonte" realizado em 2002, quando iniciou efetivamente sua carreira musical, Leopoldina já esteve em vários palcos do estado. Em 2005, lançou juntamente com Dudu Nicácio o disco "Leopoldina-Dudu Nicácio", gravado de forma independente e que teve turnê patrocinada pela então Telemig Celular por diversas cidades do interior do estado. Participou do disco "A Outra Cidade" de Makely Ka, Kristoff Silva e Pablo Castro e do show "Noturno", ao lado de Mestre Jonas. Como intérprete, esteve também presente junto ao grupo Voz e Cia com as peças "O Malandro" e "Circo Místico", participando também do cd "O Circo Místico", sob direção Ernani Maletta e Marcinho Santana. Atualmente é cantora da Orquestra Misturada, que conta a direção de Mauro Rodrigues. Este ano Leopoldina lança seu primeiro solo, com participações de diversos músicos de destaque na cena nacional. (http://www.myspace.com/leopoldinabh).

sábado, 4 de diciembre de 2010

Esperanza Spalding - Chamber Music Society





Chamber Music Society 


On the opening track of her much-lauded, self-titled major label debut, Esperanza (Heads Up, 2008 ), bassist/vocalist Esperanza Spalding covered Milton Nascimento's timeless gem, "Ponta de Areia." Rather than covering another of the singer/composer's tunes on Chamber Music Society, Spalding recruits Nascimento to perform on her own "Apple Blossoms." It's but one example of a highly intriguing set that blends her classical training with jazz, pop and soul tendencies.

This might seem to be a risky endeavor, but not for Spalding, who not only keeps an open mind, but a radar-like ear that is able to absorb many sonic influences and still make them her own.

Evidence of this is "Winter Sun," another original composition that has elements of soul and jazz without too many complications. Here, she is supported solely by her trio and some multilayered backing vocals, before taking an unexpected bass solo that comes just as the tune might have headed in a pop direction. Her cover of Antonio Carlos Jobim/Aloysio de Oliveira's "Inutil Paisagem" (known in English as "If You Never Come To Me") goes far away from the beaches of Rio; instead, there is a classically-inspired duet between Spalding and vocalist Gretchen Parlato, who perform in both English and Portuguese, backed solely by the bandleader's bass.

The inclusion of strings is a plus here, enhancing the musicality of tracks including "Knowledge of Good and Evil," an up-tempo original with wordless vocals that showcases Spalding's vocal dexterity; the opening "Little Fly"; and "Apple Blossoms," where they flow around Nascimento's improvisations without interference. Also worth a few more spins are "Wild Is The Wind" and the closing "Short and Sweet," both demonstrating that Spalding will certainly be the inspiration for many music students, scholars and fans for years to come.(by Ernest Barteldes - All about jazz )

Lenine.doc Trilhas


Lenine.Doc/Trilhas foi lançado em setembro e reúne 12 músicas que foram compostas especialmente para trilhas de cinema, espetáculo de dança, seriados, novelas e especiais de TV e que nunca fizeram parte dos discos de carreira do compositor.

No repertório, a adaptação de "Como é Bom a Gente Amar", feita para o longa A Pessoa é Para o que Nasce, de Roberto Berliner, "Violenta", trilha do espetáculo Breu, do grupo Corpo, "De Sabugo a Visconde", do Sítio do Pica Pau Amarelo, especial de 2008, "Aquilo que dá no Coração", abertura da novela global Passione, entre outras.

viernes, 3 de diciembre de 2010

Noel Rosa : Cem anos de celebração


Bájalo

O CD Noel Rosa – 100 Anos de Celebração Esse CD é uma justa homenagem ao centenário da morte do mais importante sambista de todos os tempos.Noel Rosa foi criado no bairro boêmio de Vila Isabel, zona norte do Rio de Janeiro, e foi um dos principais responsáveis pela popularização e legitimação do samba, até então considerado um gênero próprio dos morros.Esse CD reune um rico repertório cantado pelos maiores nomes da música brasileira.