domingo, 31 de julio de 2011

Jessie J - Who you are [2011]

Who you are

Jessica Ellen Cornish (n. 27 de marzo de 1988) mejor conocida como Jessie J, es una cantante y compositora inglesa. Ella firmó un contrato discográfico con Island Records y comenzó a grabar su álbum debut, Who You Are el cual fue lanzado el 25 de febrero de 2011 y llegó al número dos en las listas británicas.
El 7 de enero de 2011, Jessie J llegó la parte superior de la lista de BBC Sound of 2011. Ella siguió en febrero al recibir el Critics' Choice en los Brit Awards 2011.
Lanzó su primer sencillo "Do It Like a Dude", que alcanzó el puesto dos en el Reino Unido. el siguiente sencillo, "Price Tag", fue directo al número uno en el Reino Unido, Irlanda y Nueva Zelanda y los diez primeros en otros 19 países. Se mantuvo en el número uno en el Reino Unido durante dos semanas consecutivas.



viernes, 29 de julio de 2011

Criolo - Nó na orelha


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Ele vive, atua e cria no plano da inconsciência. E ninguém que se proíba tirar os pés do chão da vida real será capaz de entrar em contato com a melhor parte do que ele faz, do que tem a dizer.
É isso que repetem os amigos de Kleber Gomes, 35 --o Criolo. E não é preciso mais do que uma conversa de 15 minutos com ele para também concordar. Ou menos: basta ouvir sua música.
Figura influente no universo hip-hop há mais de 20 anos (assinava Criolo Doido), ele lança agora "Nó na Orelha", primeiro trabalho que dedica ao gênero "canção".
"A construção das músicas funciona da mesma forma: as letras têm que dar uma sarrafada na cabeça de quem ouve", diz. "Uma música pode derrubar uma nação. E levantar outra."
Produzido por Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral, o álbum é feito dessas sarrafadas certeiras. Em cada uma delas, Criolo se expõe absurdamente. Transborda. Quem está conectado vai junto.
"Nunca vi um show do cara em que alguém não saísse chorando, completamente tomado por ele", diz Ganja.
Criolo faz canções --transitando entre o samba, o soul, o reggae e o brega-- há mais de dez anos. E sua ideia inicial era não colocar nenhum rap no disco. Mas os produtores não deixaram.
"A gente falou que ele tinha que fazer justamente essa interseção, porque a força do passado dele no rap é absurda", diz Ganja. "Era muito importante para que as pessoas entendessem quem era ele, de onde ele veio."
CAFÉ FILOSÓFICO
Ele veio da periferia de São Paulo. Nasceu em Santo Amaro, mas passou toda a infância e adolescência no Grajaú, onde vive até hoje.
O pai era metalúrgico. A mãe, a benzedeira do bairro.
Quando foi matricular o filho no segundo grau, ela pediu: "Será que posso me matricular também?" Cursaram na mesma turma, mãe e filho, os três anos escolares.
"Aí é que acontece a mágica da vida: enxergar a pessoa sem o personagem mãe", diz Criolo. "E você vê o quanto essa pessoa escolheu dar alguns punhados de anos e dedicação a você, danadinho. É deslumbrante."
Conta que a mãe foi muito além dele nos estudos. Formou-se em filosofia, com pós-graduação em línguas, literatura e semiótica. Recentemente, ela implantou um café filosófico no Grajaú.
Ele abandonou, para nunca mais voltar, as faculdades de artes e pedagogia. Corria atrás do dinheiro, como vendedor nas Lojas Americanas, nas lojas de calçados DIC ou na rua, vendendo cocada e roupas de porta em porta.
A carreira de MC começou quando ainda era uma criança de 12 anos. Chegou a lançar um álbum de rap --que, num presságio do que viria, já tinha uma canção.
E, mais importante que tudo isso, foi um dos criadores (junto com DJ Dan Dan) das Rinhas de MC's, batalha periódica em que os mestres de cerimônias rimam de improviso, o chamado "freestyle".
Antes de pensar em gravar "Nó na Orelha", Criolo já havia dado por encerrada sua carreira de MC. "Tipo semancol, sabe? Ciclos se abrem e se fecham e a gente tem que se dar conta disso", diz, com voz doce e olhos molhados.
Quase chora algumas vezes. Sorri quando comenta que algumas composições suas estarão em próximos discos alheios: da cantora Marcia Castro, do produtor Gui Amabis (cantada por Céu), do coletivo 3 na Massa.
Os limites já não existem.
"Quando você conhece só a pracinha, vai só até a pracinha. Mas quando descobre o cinema, cara, é uma loucura. Não dá mais pra voltar. Você já virou outra pessoa." Fonte

The Zombies - Odessey and Oracle


Odessey And Oracle [1967]

O lisérgico ano de 1967 foi dos mais inspirados na história do rock. Younger Than Yesterday (dos Birds), Sgt. Pepper's (dos Beatles), Forever Changes (do Love), entre outros álbuns clássicos, são dessa safra. A obra-prima de um grupo menos badalado, porém muito peculiar e influente, The Zombies, também data desse mesmo período dourado. Pop e acessível, Odessey And Oracle é mais uma na lista dos discos à frente do seu tempo e de difícil classificação até hoje. Seria protoprogressivo, pop barroco ou mersey-beat (a batida dos Beatles) psicodélico?
(…)
Misturando batidas de jazz, rithm & blues e mersey sound, os singles "She's Not There" (em 1964) e "Tell Her No" (em 1965) fizeram sucesso na Inglaterra e mais aninda nos EUA, onde alcançaram o topo das paradas. O grupo então se tornou referência essencial para os americanos. 
O ápice veio em 1967 com esse segundo álbum. Música pop com rara sofisticação (composta por Rod Argente e Chris White) e letras bem construídas abordando temas pessoais e políticos (como o horror das gerras mundiais). Tudo com melodias luminosas e harmonias vocais singelas, embaladas por arranjos de cordas, sopros e cravo.
Fazer um disco de nível tão elevado não poderia nunca ser fácil. E teve como consequência o desgaste das relações entre os integrantes. Resultado: a obra acabou sendo lançada após o fim do grupo, em dezembro de 1967. (…)

Sérgio Barbo
Showbizz ed. 172, novembro de 1999.
Seção Discoteca Básica



sábado, 23 de julio de 2011

Amy Winehouse

Zalon Thompson: A part for me died today. We connected in ways that I shall cherish forever. You know how I much I love you. RIP Amy Winehouse.

Bebel Gilberto, cantora: Meu coração está partido; Amy winehouse está morta. Que ela descanse em Paz. Muito triste. Não consigo acreditar que é verdade.

Vanessa da Mata, cantora: É uma pena que Amy Winehouse tenha falecido. Genial cantora, não parecia suportar este mundo sem as drogas. Ao meu ver, os arranjos, a maneira como ela cantava como uma diva do Jazz anos 30 40, o timbre diferenciado a faziam especial. Droga: prisão disfarçada de viagem.

La Tigresa de Oriente: La gran @AmyWinehouse se desvanece de este mundo, para dejar un gran vacío en la música. Que desanse en paz.


The Other Side of Amy Winehouse (2008) Download


viernes, 22 de julio de 2011

Red Rot + Rio 2



 

Red Hot + Rio 2, a modern tribute to late 60’s Brazilian Tropicália movement and produced in partnership with Entertainment One Music is set to be released on June 28, 2011.

The album will shed new light on the songs of this influential, politically charged era, which changed the culture of the country forever.

The compilation features over 30 original collaborations between Brazil’s legendary musicians and today’s international indie artists including John Legend, Os Mutantes, Devendra Banhart, Caetano Veloso, Dirty Projectors, Seu Jorge, Beck, Bebel Gilberto, José Gonzalez, Beirut, Tom Zé, Of Montreal, Marisa Monte Gogol Bordello, DJ Dolores, Aloe Blacc, Angelique Kidjo, Rita Lee, Madlib, Money Mark, Céu, Apollo Nove, Mayra Andrade, Trio Mocotó, Tha Boogie, Alice Smith, Carlinhos Brown, Los Van Van, Brazilian Girls, Marcos Valle, St. Vincent, Neon Indian, Forró In The Dark, Mia Doi Todd, Javelin, and many more.

Red Hot + Rio 2 is the natural successor to the 1996 original Bossa Nova inspired Red Hot + Rio, which Vogue called the album “the latest and the hippest” while Entertainment Weekly said it was “an inspiring and modern sounding tribute.

 Red Hot is a not for profit production company that has produced 20 albums and dedicated more than 10 million dollars to worthy organizations, causes and pro-social projects around the world. Our mission is to raise awareness and money to fight AIDS/HIV and related health and social issues.Red Hot is more of a creative production company than a traditional charitable organization. We keep our overhead to a minimum and focus on making innovative projects that target hard to reach audiences by using popular culture and artful propaganda. Revenues from these projects are given to traditional charities, often in collaboration with the artists who have contributed their music or art.

Cd1
  1. Baby: Alice Smith + Aloe Blacc
  2. Tropicália (Mario C 2011 Remix): Beck + Seu Jorge
  3. Um Girassol da Cor do Seu Cabelo: Mia Doi Todd + José González
  4. Samba de Verão: QuadronT
  5. Boa Reza: Vanessa da Mata + Seu Jorge & Almaz
  6. Love I’ve Never Known: John Legend
  7. Nascimento (Rebirth) – Scene II: Aloe Blacc + Clara Moreno
  8. Ela (Ticklah Remix): Curumin
  9. Baby (Old Dirty Baby Dub Version): Aloe Blacc + Alice Smith
  10. Um Canto de Afoxé para o Bloco do Ilê: Superhuman Happiness + Cults
  11. Mistérios: Om’Mas Keith
  12. Aquele Abraço: Forró In The Dark + Brazilian Girls + Angelique Kidjo
  13. Canto de Iemanjá: Mia Doi Todd
  14. Terra (Prefuse 73 '3 Mellotrons In A Quiet Room' Version): Caetano Veloso
  15. Nú Com A Minha Música: Marisa Monte + Devendra Banhart + Rodrigo Amarante
  16. Acabou Chorare: Bebel Gilberto 
  17. Dreamworld: Marco de Canaveses: David Byrne e Caetao Veloso



CD 02
  1. O Leãozinho: Beirut
  2. Panis et Circensis: Tha Boogie
  3. Bat Macumba: of Montreal + Os Mutantes
  4. Tudo o Que Você Podia Ser: Phenomenal Handclap Band + Marcos Valle
  5. Banana: Madlib + Joyce Moreno Feat. Generation Match
  6. Freak Le Boom Boom: Marina Gasolina + Secousse
  7. Tropical Affair: Money Mark + Thalma de Freitas + João Parahyba
  8. Soy Loco Por Ti, América: Los Van Van + Carlinhos Brown
  9. Roda: Orquestra Contemporânea de Olinda + Emicida
  10. Berimbau: Mayra Andrade + Trio Mocotó
  11. It's a Long Way: Apollo Nove + Céu + N.A.S.A.
  12. A Cidade: DJ Dolores + Eugene Hütz + Otto + Fred 04 + Isaar
  13. Ogodô, Ano 2000: Javelin + Tom Zé
  14. Águas de Março: Atom™ + Toshiyuki Yasuda Feat. Fernanda Takai + Moreno Veloso
  15. Show Me Love: Twin Danger
  16. Pistis Sophia: Rita Lee

Para comprar o CD:  http://www.redhot.org/rio2-offer/#album


jueves, 21 de julio de 2011

Orquestra Contemporânea de Olinda - Orquestra Contemporânea de Olinda

Orquestra Contemporânea de Olinda

"Montar um trabalho envolvendo tanta gente dá mesmo um receio", diz Gilson Lúcio do Amaral Filho, o Gilú, 23 anos, fundador da Orquestra Contemporânea de Olinda. Mas o pessoal dos sopros do Grêmio Musical Henrique Dias (escola profissionalizante de Olinda, que existe desde 1954) estava ali dando sopa, e Gilú queria fazer algo com ênfase em arranjos de metais e percussão - longe do frevo e fora do período de Carnaval, que é quando Olinda ferve. "O frevo tem menos influência no nosso repertório do que o afrobeat, o jazz, o ska e a música jamaicana em geral, um pouco de funk no baixo... E toda a música brasileira, como samba, samba de gafieira, coco... Só não tem maracatu. Esse eu deixei para o mangue beat", brinca.

Gilú, que tocou percussão com o Mundo Livre S/A, Otto, e Naná Vasconcelos, acabou atraindo elementos à receita da Orquestra, como o rabequeiro e cantor Maciel Salú (filho do Mestre Salustiano) e o cantor Tiné, em um total de 12 músicos de idades e influências variadas. "A gente faz os arranjos de base coletivamente, e entrega pro Ivan [do Espírito Santo, maestro, sax alto e barítono] arranjar os metais", conta Gilú. O resultado é um delicioso show-baile com repertório pinçado de velhos vinis de música brasileira colecionados pelo líder do grupo: "Sereia", de Osvaldo Nunes; "O Samba É Bom", de Zé Cobrinha; "Não Interessa Não", de Luiz Bittencourt e Zé Menezes, além de muito material autoral. Os amigos Fred 04 (Mundo Livre S.A.), Fabinho do Eddie e Erasto Vasconcelos também foram escalados para fornecer músicas para as 13 faixas que serão gravadas em outubro.

A rica tradição das orquestras do Brasil - responsáveis quase anônimas de muito do que se fez de melhor na música durante várias décadas do século passado - volta nessa forma contemporânea, amistosa e coletiva, que remete à carioca Orquestra Imperial. Existe ou não a influência dos colegas mais famosos do Rio de Janeiro? "Tanto quanto há do mangue beat", explica Gilú. "São momentos em que a tradição musical reaparece, mas pedindo uma roupagem atual. É isso que estamos fazendo." Revista Rolling Stones, Edição 13.

sábado, 16 de julio de 2011

Hollie Cook - Hollie Cook [2011]

Hollie Cook

In 2006, Hollie Cook – daughter of Sex Pistols drummer Paul Cook – succumbed to her inherent rebellious impulses, dropping out of performing arts school to join reformed punk quartet The Slits as backing vocalist and keyboardist; she appeared on their EP, Revenge of the Killer Slits. Subsequent collaborations with Ian Brown and Jamie T have created a platform from which the singer can now release her self-titled debut.
Her label, Mr Bongo, refers to her sound as "tropical pop"; yet this record’s self-penned tracks break free of this relatively narrow genre. Much is owed to the wizardry of producer Prince Fatty, who magnificently weaves 60s-style dub, ska and reggae beats around Cook’s hauntingly beautiful psychedelic melodies.
There are few surprises across these nine tracks, but gems can be found nonetheless. Part of the album’s subtle charm is that it refuses to detour from formulaic reggae, Cook avoiding the genre-defying grandiosity many new acts employ, instead choosing to enhance rather than revolutionise. Her uplifting cover of The Shangri-Las’ (Remember) Walkin’ in the Sand captivates immediately, outshining the darker original – the album’s cornerstone, it’s a foetal festival anthem.
Cry (disco mix), featuring Horseman, is archetypal reggae: horn-packed and littered with sharp percussion, its vocal harmonies enslaving the listener to the rhythm. Sugar Water (Look at My Face) is a dub workout reminiscent of Beats International’s Dub Be Good to Me, whilst the muted basslines and scatty drums on debut single That Very Night lift the song from the melancholy of its lyrical content.
Milk and Honey is a welcomed inclusion, the Cook-featuring track previously an underground reggae hit for Prince Fatty; it gained wider attention courtesy of its use in US television show Grey’s Anatomy. The song stands as a showcase for this set’s lyrical themes: its message of salvation from darkness encapsulates the feel-good factor of what’s on offer.
The masterful presence of The Pioneers’ George Dekker, alongside Dennis Bovell and Omar, adds to this newcomer’s authenticity. Yet Cook’s own abundant talent comes through clearly enough, ensuring her debut is one of the most enjoyable reggae albums of 2011 so far (BBC Music).

Walking In The Sand by Hollie Cook on Grooveshark