domingo, 24 de abril de 2011

Calle 13 - Residente o Visitante

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The second album by Puerto Rican alternative-experimental duo Calle 13 is without a doubt one of the greatest sophomore musical projects I have ever had the pleasure of listening. In this following to their hit self-titled debut album Calle 13 Residente and Visitante give us some hip hop, less reggaetón and more variation, the type of variation that will later evolve greatly in future releases. In this album the group delivers such hits as “Tango del Pecado (ft. Bajofondo Tango Club and Panasuyo)” which ironically is an alternative reggaetón song with nothing to do with tango; “Un Beso de Desayuno” which could probably be considered as the first duo released by the duo; and “Pa’l Norte (ft. Orishas)” which is heavily influenced by a mix of hip hop and South American music.
Like in their first album, in this Residente o Vistante we also get sexual, patriotic, conscious, political and of course comedic lyrics. All of these which are to be seen in future projects by the Puerto Rican experimental duo.
In conclusion this album, like its predecessor, is yet another masterpiece which many people love and many people hate. Some people, like me, think it is pure genius while others think it is pure trash because of its explicit lyrics, which really what they do is be in your face no holds barred. The lyrics basically state “this is how it is and you gotta face things how they are”, which is something that I really admire a lot about Calle 13 because they tell you the truth in the way that we, the majority, talk not in a fancy way that leaves you asking “What the hell did he just say?” No he is right there in your face this is how it is now face it. Anyway, to finally end this piece I love this album in its entirety from the first song to the last, including each and every single interlude (by Pan con Ajo's Arroz con Habichuelas)


sábado, 23 de abril de 2011

Dizzy Gillespie no Brasil com Trio Mocotó

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Ouvir um disco que ficou 36 anos perdido é certamente uma viagem cultural. Mas quando esse disco reúne o lendário Dizzy Gillespie e o mítico combo de sambalanço brasileiro Trio Mocotó, aí então é mais que uma viagem, é um delírio. A gravadora Biscoito Fino acaba de lançar o álbum "Dizzy Gillespie no Brasil com Trio Mocotó", disco gravado em 1974 e que andou perdido durante quase quatro décadas, localizado no ano passado.
São seis faixas apenas, registradas no Estúdio Eldorado em agosto daquele ano, e que reunia o quarteto de Dizzy e mais o Trio Mocotó – João Parayba (percussão), Nereu Gargalo (pandeiro) e Fritz Escovão (cuíca). A cantora Mary Stallings canta "Evil Gal Blues", composição de Leonard Feather e Lionel Hampton (que foi grande sucesso de Dinah Washington).
Talvez a bossa nova seja a síntese mais perfeita da ambição de unir o jazz e o samba (tão perfeita que acabou se misturando ao mainstream do jazz), mas essa experiência de Dizzy Gillespie é um tanto mais excêntrica. As duas primeiras músicas, "Samba" e "The Truth", são do pianista e compositor Michael Josef "Mike" Longo, que trabalhou longamente com Dizzy (com quem dividiu o disco "The Earth Is But One Country").
O solo de trompete atravessa longamente a seção rítmica de samba, com uma levada meio de ambient music (à moda de Burt Bacharach) em "Samba". Já "The Truth" é mais experimental, com solos concêntricos de Dizzy costurando um percurso abstracionista no meio da percussão. O guitarrista da banda de Dizzy, Al Gafa, compôs e faz o principal solo de "Behind the Moonbeam", a mais deliciosa levada do álbum, total samba jazz.
Produzido pelo suíço Jacques Muyal, que conta a história de como reconstituiu a trajetória do álbum pelo mundo, até reeditá-lo no Brasil, o disco foi mixado em Los Angeles no ano passado, e provavelmente vai causar grande efeito quando chegar aos ouvidos da comunidade jazzística norte-americana. É uma avis rara mesmo no meio da tradição de visionário de Dizzy.
John Birks "Dizzy" Gillespie tinha 57 anos em 1974 e já era uma lenda do jazz, responsável pela modernização do gênero e pelo alargamento de suas fronteiras, buscando conexões com os ritmos afro-cubanos, por exemplo. Ganhou o apelido, Dizzy, por causa das caretas que fazia ao tocar, suas grandes bochechas. Foi um dos maiores nomes da música popular no século 20. Criou o bebop, ao lado de Charlie Parker e Thelonious Monk. Compôs standards do jazz, como "A Night in Tunisia". Morreu aos 75 anos, de câncer ( by Último Segundo).




viernes, 22 de abril de 2011

Comadre Fulozinha - Tocar na Banda [2003]

Três mudanças importantes ocorreram entre o primeiro e o segundo disco das “comadres”. Para começar, o nome: Florzinha transformou-se em Fulozinha. A seguir, a formação: de sexteto, reduziu-se à dupla de cantoras percussionistas Karina Buhr e Isaar de França. Por fim, o repertório. Em Comadre Florzinha (1999), predominavam músicas de domínio público, enquanto neste Tocar Na Banda, investe-se principalmente em material original. Contudo, o som em si não se alterou. Permanece fincado nos ritmos populares do Nordeste representados com maestria.
Das quatorze faixas, entre vocais e instrumentais, Karina Buhr assina seis e Isaar de França, duas. Há ainda "Obá", de Erasto Vasconcelos (Eddie); "É Ou Não É", da dupla Venâncio e Corumba e a excepcional versão de um clássico do paulistano Adoniran Barbosa, que termina por dar título ao disco. Essa faixa é interpretada pelas comadres com deliciosa ironia: "Tocar na banda / Pra ganhar o quê? / Duas mariolas e um cigarro Iolanda".

“A banda surgiu em 1997 com o nome de "Comadre Florzinha". Botei o nome na banda já pensando em escrever do jeito que a gente falava "Comadre Fulozinha"... O primeiro disco veio em 1999, depois mudou a formação, aconteceu um monte de coisa e aí voltou a idéia do "Fulozinha" e aqui estamos.
Lançamos em novembro de 2003 nosso segundo CD o "Tocar na Banda", pela Ybrazil Music, selo de São Paulo.
Fizemos lançamento em Recife (no Espaço Cultural Usina) e no Rio (Ballroom).
Pelo meio do mundo fizemos uma turnê em 2000 por várias cidades da França, Bélgica, Suiça, Canadá e EUA.
Gravamos participações em CDs como "Por Pouco" da Mundo Livre S/A (faixa Minha Galera, de Manu Chao); "Contraditório", de Dj Dolores; "Original Olinda Style", da Eddie; "Pernambuco Falando Para o Mundo", de Antônio Nóbrega; as coletâneas "Baião de Viramundo", "Pernambuco em Concerto" III e IV, "Reiginaldo Rossi" e "Music From Pernambuco".
De vez em quando estamos com o Teatro Oficina, de Zé Celso Martinêz. Com eles fizemos Bacantes, em 2001 e "Os Sertões - A Terra", em 2002/2003. Em "Os Sertões..." participamos também da trilha sonora, vencedora do Prêmio Shell de Teatro SP 2002.
Participamos das trilhas também de "A Máquina", de João Falcão; "Deus é Brasileiro", de Cacá Diegues e "Narradores de Javé", de Eliane Caffé.
Em 2003 gravamos o programa Ensaio, da TV Cultura. O que foi muito importante pra gente divulgar o trabalho por aí. Obrigada Fernando Faro!
Po enquanto é isso... valeu.”

Karina Buhr.

Tocar na Banda
1. Obá
2. Sibito Baleado
3. Tocar na Banda
4. Se o Mal
5. Iá
6. Zumba
7. Gaitinha
8. É ou Não É
9. Um Merengue Pra Jesus
10. Clarineto
11. Eu Também Sei Atirar
12. Amaralina
13. Chumbo de Vidro
14. A Cidade Tá Subindo

Macaco - Puerto Presente [2009]

http://loschavalesdelosportales.files.wordpress.com/2009/03/macaco_puerto_presente_front.jpg

Macaco é uma banda espanhola muito original no panorama musical contemporâneo. Chamam o seu estilo rocksteady: uma mistura de ritmos latinos, espanhóis e músicas étnicas. De facto, neste grupo musical reúnem-se membros de diferentes países latino-americanos e até africanos, misturando tradições e melodias de maneira inovadora, a partir duma base em Barcelona.

Puerto Presente



Mensajes Del Agua by Macaco on Grooveshark

lunes, 4 de abril de 2011

Yael Naim & David Donatien - She was a boy


Their differing roots and their multiple passion for music unites them: YAEL NAIM releases a second, four-handed album together with DAVID DONATIEN, as a new collection of graceful songs.

After the worldwide success of the feel-good album, released in 2007, YAEL NAIM unveils her second album today « She Was a Boy ». Closeted in a Parisian apartment for two years, YAEL NAIM and DAVID DONATIEN perfected Yael's songs in Hebrew and English, which culminated in a commercial and artistic success (Victoire de la Musique 2008, for the Album of the Year World Music category). Following the use of the song « New Soul » in a promotional advert for Apple, it entered the Top Ten on the US sales chart.



She was a boy
Tracklist:
01. Come home 03:50
02. My dreams 04:55
03. She was a boy 03:32
04. Go to the river 04:15
05. Never change 03:51
06. I try hard 03:43
07. Today 04:44
08. Mystical love 04:17
09. Man of another woman 04:15
10. Puppet 03:55
11. Stupid goal 03:29
12. If I lost the best thing 03:30
13. Game is over 03:23